• Mimi Zanetti

It: Capítulo 2 (resenha sem spoilers)

IT é um livro de Stephen King publicado em 1986 que traz um grupo de crianças lutando contra o palhaço Pennywise, uma entidade sobrenatural que a cada 27 anos aterroriza a pequena cidade de Derry, no Maine.


A obra foi adaptada pela primeira vez em 1990, em forma de minissérie com 187 minutos divididos em dois capítulos, com Tim Curry (The Rocky Horror Picture Show) no papel do palhaço. O título em português ficou It: Uma Obra Prima do Medo, e a direção ficou por conta de Tommy Lee Wallace (Halloween III, A Casa do Espanto 2).



É um filme que tem todo o charme dos anos 90, mas 27 anos depois Pennywise precisa voltar a tocar o terror, e foi aí que fomos presenteados com uma nova adaptação, sob o título It - A Coisa, e direção de Andy Muschietti (o único longa que havia dirigido antes desse foi Mama, de 2013).


It - A Coisa (2017) é um bom filme, tem seus acertos e um dos mais expressivos foi na escolha do elenco, as crianças são ótimas e Bill Skarsgård ficou sensacional no papel de Pennywise. Sua duração é de um pouco mais de duas horas, é cheio de altos e baixos, e com ótimos efeitos especiais.



Apesar de considerá-lo um bom filme, não me empolgou tanto. E esse ano, a convite do Tabloide de Sangue e da Warner Bros, fui conferir a sequência na pré estréia e confesso que saí da sessão extasiada. It: Capítulo Dois foi épico.


As quase três horas de filme passaram como um relâmpago. Essa continuação se inicia exatamente como no livro, com um casal homossexual em Derry sofrendo um ataque homofóbico seguido pela aparição de Pennywise. A história se passa 27 anos depois dos eventos do primeiro filme, e a turma dos Otários, agora adulta, retorna a Derry para tentar derrotar o palhaço de uma vez por todas.


Um rosto lindo e um sorriso encantador...

Um grandessíssimo acerto nessa produção foi a escolha do elenco adulto, todos desempenharam o papel muito bem, com destaque para Richie (Bill Hader) e Eddie (Bill Hader) que mantiveram todos os trejeitos das suas versões mais novas. Pennywise voltou mais assustador do que nunca, e agora suas origens são reveladas.


Muitas cenas são deslumbrantes, e vale muito a pena assistir no cinema. E para quem não assistiu ainda (não vou dar spoiler, é claro) preciso confessar que como fã de Stephen King fiquei bem emocionada com uma certa cena que envolve a antiga bicicleta de Bill. Obrigada Pennywise, e volte sempre (mas só nas telonas, ok?).







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